Uma luz no fim do túnel é o partido #Novo. Que realmente é novo e difere do que existe na política brasileira. Recomendo que conheça: www.novo.org.br
Blog sobre preservação ambiental, economia, política e outras "bobagens". Autor: eu mesmo, Luiz Augusto Victorino Alves Corrêa. Administrador pós graduado em Gerenciamento de Projetos, atuando profissionalmente como agente de investimentos. Apaixonado por economia, finanças, investimentos e motos.
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sábado, 13 de janeiro de 2018
Indignação com a política atual. Temos saída?
A política como é conduzida no Brasil é absurdamente danosa. A comercialização descarada de apoio à base do governo chega a níveis para lá de eticamente aceitáveis.
Temer deve ser o recordista em denunciados ocupando cargos de ministros. O descabimento mais recente é a indicação política da filha do ex-detento Roberto Jefferson.
Uma luz no fim do túnel é o partido #Novo. Que realmente é novo e difere do que existe na política brasileira. Recomendo que conheça: www.novo.org.br
Uma luz no fim do túnel é o partido #Novo. Que realmente é novo e difere do que existe na política brasileira. Recomendo que conheça: www.novo.org.br
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Sete motivos para acreditar em melhores políticos
Por vezes é difícil acreditar num país melhor e mais justo. Estamos tão anestesiados com atitudes absurdas de políticos, que poucos conseguem enxergar uma luz no fim do túnel. Mas será que devemos creditar aos governantes e políticos todos os problemas e injustiças com as quais convivemos cotidianamente?
Minha resposta pessoal é: “não” e, também, “sim”. Os políticos e governantes são eleitos por nós, cidadãos. Então, somos responsáveis pela qualidade dos gestores que escolhemos. Aí cabe uma ressalva: nem todos eleitores possuem a mesma conscientização, cidadania ou mesmo acompanham o noticiário político. Outra ressalva se refere a maquiagem das campanhas eleitorais que, infelizmente, com muito dinheiro, bons marketeiros criam promessas milagrosas e conseguem iludir muitos eleitores.
Interessante refletir sobre o tamanho e abrangência do Estado em nossas vidas. Você acredita que o Estado propicia bons serviços? Temos segurança, saúde e educação de qualidade? A solução apresentada pela maioria dos políticos é aumentar ainda mais o Estado, arrecadar mais e ampliar a máquina administrativa. Mas será que esse não é o caminho para ampliar ainda mais a ineficiência pública?
Com tudo o que foi escrito até agora, fica difícil acreditar num Brasil melhor. Podemos esperar que bons políticos “brotem” do nada? Sim, exatamente essa é a luz no final do túnel.
Aos que continuarem a leitura, digo que não é ingenuidade a minha. Em 2015 foi criado o NOVO. A reação da maioria foi ou está sendo: para que mais um partido político? Minha resposta é: o NOVO não é mais um, e sim o que todos partidos políticos deveriam ser. Veja os motivos que considero de suma importância para caracterizar o compromisso com a mudança.
Para fazer jus ao título do texto, seguem os sete motivos que levam a ter esperanças de ver a atuação de bons políticos. Veja os diferenciais do NOVO:
-Os candidatos passam por rigoroso processo seletivo do partido. Para ser candidato é preciso ter bom histórico profissional, propostas consistentes e apresentar meios de executá-las. Personalidades populistas puxadores de votos não têm chance, já pessoas comprometidas e competentes serão bem vindas;
-Os Candidatos firmam compromissos (executar as propostas e redução de gastos) e serão cobrados pelo próprio partido;
-Se eleito, o político do NOVO terá que submeter sua equipe de assessores para aprovação do partido. Só farão parte da equipe pessoas competentes e experientes. Há obrigação de redução de gastos no gabinete;
-O estatuto do NOVO proíbe político de carreira. Somente uma reeleição para os cargos legislativos será permitido. Isso propicia a alternância de poder e impede o surgimento de caciques eternos da política;
-É o único partido contra o fundo partidário. Qual a lógica de destinar dinheiro dos cidadãos para políticos ficarem passeando de jatinhos ao invés de utilizá-lo em saúde ou segurança? Se o partido político não tiver representação que o sustente financeiramente, nem deveria existir;
-Proposta de reduzir o gigantismo do Estado e focar somente nas funções essenciais do setor público. Qual a lógica do Estado ser dono de empresas ou estádios que geram prejuízos, se não consegue propiciar saúde, segurança e educação de qualidade?
-Estímulo ao empreendedorismo e livre concorrência. Liberdade para empreender, produzir e criar riqueza. Como reflexo, haverá o aumento da produtividade e, consequentemente, a oferta de produtos/serviços melhores e mais baratos.
Enquanto os pilares corretos do NOVO forem mantidos, poderemos voltar a sonhar e, também, realizar o desejo de votar em pessoas decentes, qualificadas e comprometidas. Quer também fazer parte desse sonho que está se transformando em realidade? Conheça mais pelo site: https://novo.org.brquinta-feira, 30 de março de 2017
Eu me apaixonei aos 48 anos
Sou graduado em Administração tendo concluído o bacharelado no distante ano 1994. Na grade do curso haviam 4 ou 5 matérias correlatas com Ciências Econômicas. Então fui “apresentado” ao fascinante mundo da ciência que busca estudar, compreender e melhorar a “casa”. Num conceito mais solto e com pitada de devaneio: é a ciência que busca um mundo melhor para as pessoas.
Pude conhecer alguns conceitos fundamentais, tais como a “mão invisível” de Adam Smith, escassez, relação oferta x demanda, importância da melhoria da produtividade, impostos, moedas e outros. Também aprendi a teoria e os reflexos do monopólio, concorrência oligopolista, cartel e a chamada concorrência perfeita.
Após a descoberta “econômica” passei um longo período devorando livros e textos sobre economia. Mas não literaturas técnicas e cheias de cálculos, e sim obras de fácil entendimento e que mostram o enorme impacto dessa ciência na vida dos indivíduos. A cada nova leitura fui compreendendo e sendo seduzido pelos conceitos da liberdade individual, efeito nefasto das interferências governamentais e eficiência do setor privado x público. Calma, a paixão ainda não chegou!
Quem conhece economia não tem como deixar de acompanhar, criticar e entender que atos governamentais (leia-se ações de políticos) trazem forte reflexo na vida dos cidadãos. Daí numa análise da situação do Brasil, nota-se que o Estado não dá conta de prover o básico (saúde, educação e segurança) e se mete a ter empresas, estádios de futebol, imóveis, etc. Nota-se, também, que a abrangência dos políticos é enorme e que os atos que derivam de suas ações parlamentares visam quase que exclusivamente ao benefício próprio à perpetuação dessa classe no poder, “esfolando” os cidadãos em impostos e oferecendo, em troca, péssimos serviços.
A cada leitura de notícia, nota-se que o Brasil continua indo na direção errada. Pior ainda é não conseguir enxergar uma ínfima luz no fim do túnel. Em 2012 comecei a acompanhar um movimento para criação do NOVO. Alguns pensarão: criar mais um partido, que absurdo! Pois é, saiba que no primeiro momento a maioria tem essa mesma reação. Então, quando conhecem alguns pilares e fundamentos descobrem que não é “mais um”, e sim algo realmente diferente e NOVO.
A minha paixão não aconteceu logo de início. Confesso que no princípio houve um grande flerte, porém a PAIXÃO só aconteceu e está acontecendo ao conhecer mais sobre o Novo30. Ler o estatuto, conhecer as pessoas e, principalmente, os pilares inegociáveis de não permitir encurtar um caminho fazendo o que não é 100% correto.
Aos que não gostam de política/economia, compreendo essa ojeriza, tendo em vista a descrença e nojo que os diversos fatos corriqueiros provocam. Porém, recomendo com ênfase: conheça o Novo (https://novo.org.br/) e não acredite somente nos relatos de um ser apaixonado. Busque informações e analise se realmente não vale a pena flertar e apaixonar por algo realmente diferente, simples, correto e que poderá transformar o Brasil num país justo e próspero tão desejado por todos.
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