terça-feira, 23 de maio de 2017

Tudo sobre CDB

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um tipo de investimento seguro e muito popular. Mas, muitas pessoas ainda não sabem do que se trata e acabam investindo em outras plataformas com a mesma segurança e de menor rentabilidade. Luiz e Vinícius batem um papo explicando tudo sobre o CDB para você não ter mais dúvidas na hora de investir.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Dois vilões que prejudicam seu orçamento

Ao pensarmos na prática do planejamento financeiro, percebemos que ainda são poucos os que o fazem. Devido a isso, é comum endividamento descontrolado e o sentimento de que “o salário não dá”, “não sei para onde foi o dinheiro” ou “ganha pouco”.


Existem dois grandes vilões para o seu bolso. Eles têm o cuidado de serem invisíveis, imperceptíveis e lentos em sua atuação. São eles os pequenos gastos diários desnecessários e a compra de bens que carregam passivos.


Os pequenos gastos diários desnecessários são aqueles que você acredita não haver problema, por terem baixo valor. Seja um lanche na padaria próxima da empresa, chopinho nos finais de tarde, café no meio da tarde, etc. Esse vilão tem impacto maior principalmente em faixas de rendas menores.


Exemplo: Fazer um lanche rápido na parte da manhã e outro à tarde custará em torno de 20 reais numa lanchonete. Se você substituir essa prática por comprar no supermercado algo semelhante, o gasto diário será próximo de 10 reais por dia. Somando 24 dias úteis, será onerado no orçamento mensal 240 reais para fazer o lanche “fora”. Esse maior gasto ocorrerá de maneira sorrateira e imperceptível. Para quem possui uma renda maior, esse valor não terá grande impacto no orçamento, mas imagine um casal que não tenha uma renda alta: serão 480 reais mensais de gastos que poderiam estar sendo destinados para uma reserva financeira ou qualquer outra prioridade.


Bens que necessitarão de gastos regulares adicionais são chamados bens que carregam passivo. Também há forte impacto no orçamento, pois normalmente só é calculado o valor do bem, esquecendo dos gastos futuros. Por exemplo, casa de veraneio, lancha e veículos. Em relação aos veículos, na maioria das cidades brasileiras o transporte coletivo é sofrível, então é compreensível o desejo da maioria pelo transporte individual (carro/moto). Porém, antes de efetuar uma compra, será que o veículo desejado caberá no orçamento? Será que um veículo de menor valor não seria mais compatível com sua renda?


Custo de se manter um veículo de 50 mil reais:
Depreciação (aproximadamente 10% ao ano)
R$ 5.000,00
IPVA(3%)/Licenciamento
R$ 1.715,00
Seguro (varia de acordo com perfil e veículo)
R$ 1.810,00
Custo de oportunidade (5% ao ano). Dinheiro poderia estar rendendo
R$ 2.500,00
Revisão (anual ou normalmente de 10 em 10 mil km)
R$ 375,00
TOTAL (custo fixo)
R$ 11.400,00


Serão 950 reais por mês (custo fixo) para manter um veículo de 50 mil reais. Isso sem mencionar se o veículo for financiado, pois nesse caso haverá o custo dos juros. Esse cálculo é somente para manter o veículo parado, pois se decidir rodar haverão gastos com combustível, estacionamento, pneus etc. Para quem necessita do veículo com pouca frequência, vale a pena analisar se não seria mais vantajoso optar por utilizar táxi ou aplicativos de transporte.

Será que esses vilões estão atrapalhando sua vida financeira? Será que não existem outros vilões imperceptíveis? Uma excelente ferramenta que poderá te proteger são os aplicativos para controle de gastos (controle financeiro). Além de te auxiliar em estabelecer/priorizar objetivos, ajudam em também alcançar uma vida financeira mais tranquila.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

9 vantagens de Investir em Fundo Imobiliário


Algumas pessoas investem em imóveis pensando na segurança e no lucro que um aluguel ou venda pode trazer. Mas sabia que existe o Fundo Imobiliário que pode ser mais vantajoso? Confira!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Eu me apaixonei aos 48 anos

Sou graduado em Administração tendo concluído o bacharelado no distante ano 1994. Na grade do curso haviam 4 ou 5 matérias correlatas com Ciências Econômicas. Então fui “apresentado” ao fascinante mundo da ciência que busca estudar, compreender e melhorar a “casa”. Num conceito mais solto e com pitada de devaneio: é a ciência que busca um mundo melhor para as pessoas.


Pude conhecer alguns conceitos fundamentais, tais como a “mão invisível” de Adam Smith, escassez, relação oferta x demanda, importância da melhoria da produtividade, impostos, moedas e outros. Também aprendi a teoria e os reflexos do monopólio, concorrência oligopolista, cartel e a chamada concorrência perfeita.


Após a descoberta “econômica” passei um longo período devorando livros e textos sobre economia. Mas não literaturas técnicas e cheias de cálculos, e sim obras de fácil entendimento e que mostram o enorme impacto dessa ciência na vida dos indivíduos. A cada nova leitura fui compreendendo e sendo seduzido pelos conceitos da liberdade individual, efeito nefasto das interferências governamentais e eficiência do setor privado x público. Calma, a paixão ainda não chegou!


Quem conhece economia não tem como deixar de acompanhar, criticar e entender que atos governamentais (leia-se ações de políticos) trazem forte reflexo na vida dos cidadãos. Daí numa análise da situação do Brasil, nota-se que o Estado não dá conta de prover o básico (saúde, educação e segurança) e se mete a ter empresas, estádios de futebol, imóveis, etc. Nota-se, também, que a abrangência dos políticos é enorme e que os atos que derivam de suas ações parlamentares visam quase que exclusivamente ao benefício próprio à perpetuação dessa classe no poder, “esfolando” os cidadãos em impostos e oferecendo, em troca, péssimos serviços.


A cada leitura de notícia, nota-se que o Brasil continua indo na direção errada. Pior ainda é não conseguir enxergar uma ínfima luz no fim do túnel. Em 2012 comecei a acompanhar um movimento para criação do NOVO. Alguns pensarão: criar mais um partido, que absurdo! Pois é, saiba que no primeiro momento a maioria tem essa mesma reação. Então, quando conhecem alguns pilares e fundamentos descobrem que não é “mais um”, e sim algo realmente diferente e NOVO.


A minha paixão não aconteceu logo de início. Confesso que no princípio houve um grande flerte, porém a PAIXÃO só aconteceu e está acontecendo ao conhecer mais sobre o Novo30. Ler o estatuto, conhecer as pessoas e, principalmente, os pilares inegociáveis de não permitir encurtar um caminho fazendo o que não é 100% correto.

Aos que não gostam de política/economia, compreendo essa ojeriza, tendo em vista a descrença e nojo que os diversos fatos corriqueiros provocam. Porém, recomendo com ênfase: conheça o Novo (https://novo.org.br/) e não acredite somente nos relatos de um ser apaixonado. Busque informações e analise se realmente não vale a pena flertar e apaixonar por algo realmente diferente, simples, correto e que poderá transformar o Brasil num país justo e próspero tão desejado por todos.




quinta-feira, 16 de março de 2017

FGTS: O que fazer?

Recentemente, iniciou a liberação das contas FGTS inativas de antes de 2016. O cronograma para saques é pela data de nascimento do trabalhador. A primeira retirada acontecerá em março para os aniversariantes de janeiro e fevereiro. Daí em diante, seguirá o cronograma.


Diversas reportagens e comentários sobre o que fazer com o montante têm sido publicados. Antes de passar mais uma recomendação, é primordial que o trabalhador saiba mais sobre o Fundo Garantidor por Tempo de Serviço. Essa poupança obrigatória foi criada em 1966 para dar um amparo financeiro ao trabalhador que for demitido sem justa causa. O montante é para ser utilizado como reserva em caso demissão (ou em algumas outras situações também previstas).


Me dá calafrios quando ouço pessoas empregadas que irão utilizar o montante para quitar dívidas. Sim, a recomendação é essa mesmo. Porém, se não houver mudança na maneira de gerir o próprio orçamento, haverá enorme possibilidade desse trabalhador voltar à situação de endividamento futuro. Se não mudar a mentalidade em relação ao próprio rendimento, chegará na fase da aposentadoria sem patrimônio algum. Daí estará fadado a passar a “melhor idade” sobrevivendo e sempre esperando por ajudas financeiras “inesperadas”.


Outra situação que me dá arrepios é o trabalhador que não possui reservas de emergência e que irá utilizar o montante oriundo do suor do trabalha para gastos por vezes desnecessários. Lembre-se da função do “G” do FGTS (Garantia). Lembre-se também de que imprevistos futuros podem acontecer e uma reserva financeira será muito bem vinda.


Sei que alguns já desistiram de ler e outros devem estar com o pensamento: poupar para quê? Afinal, o bom é consumir! Daí sou obrigado a concordar imensamente. Porém, o dinheiro poupado serve justamente para isso: para consumir. Seja para utilizar em alguma emergência, investir em estudo, lazer ou ainda em produtos supérfluos. Mas ao postergar o consumo, haverá a força do juros dos investimentos. Por isso, no futuro poderá gastar mais (quanto mais tempo, maior a força dos juros no crescimento do dinheiro) e ainda estará mais amparado numa possível adversidade.


Infelizmente os brasileiros não têm o bom hábito de planejar, fazer orçamentos, elencar prioridades e pensar no longo prazo (desculpem a generalização). O resultado é o sentimento de que os esforços laborais não são válidos ou que ganha-se pouco (que por vezes até é verdadeiro). As consequências vão desde um padrão de gastos inferiores ao salário (juros pagos no crédito), endividamento descontrolado ou então aposentadoria prejudicada.


Agora sim, aos que leram até aqui… seguem minhas já óbvias recomendações para o FGTS:


-Quem está endividado: Utilize todo o montante para quitar suas dívidas. Caso sobre, faça reserva para possíveis emergências. Daí releia com muita atenção o terceiro parágrafo quantas vezes forem necessárias;
-Quem não tem dívidas porém não tem reserva financeira: Utilize para fazer uma boa aplicação financeira. Conheça os benefícios e tranquilidade que bons investimentos propiciam;
-Quem já possui reserva financeira: Parabéns você faz parte de uma minoria, porém aproveite para se aprofundar em investimentos e também planejamento. Analise seus objetivos e também sobre reserva para complemento da aposentadoria;

-Quem possui reserva financeira e já tem tudo planejado: Parabéns, você é a exceção das exceções. Nessa situação, o trabalhador saberá exatamente o que deve fazer com esse montante, e só lamento pelo tempo dispendido em ler mais uma recomendação.

Artigo publicado:
-Diário de Cuiabá de 17/03/2017 - http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=501623 -A Gazeta de 19/03/2017 - http://m.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/60/og/1/materia/505299/t/fgts-o-que-fazer-r

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Crise: 5 ações para ficar de fora

Momentos adversos são inerentes à vida; seja problema de saúde, familiar, de relacionamento ou da atividade laboral.

Na economia, os momentos adversos são muito conhecidos como “crise”. Essa palavra costuma multiplicar absurdamente pelas mídias e por muitos que parecem só conseguir ver ruína e devastação. Na vida profissional não é somente crises econômicas as causadoras de turbulências. Há também aumento de concorrência, mudanças tecnológicas, mudança de perfil dos consumidores etc.

Diante do “indesejável”, basicamente há as seguintes alternativas:
  • Ficar choramingando (beneficiando os vendedores de lenços);
  • Reclamar e esperar o pior passar (quase nunca irá funcionar);
  • Trabalhar e estudar mais e melhor.

Atuo profissionalmente com finanças pessoais e investimentos, e mesmo acompanhando e sabendo de dados negativos da economia, a empresa que atuo está saindo ilesa do momento econômico adverso, ou melhor, a empresa tem crescido. Cidadãos que não costumavam se preocupar em planejar o orçamento familiar e em adquirir bons e adequados investimentos começaram a buscar informações e com isso, aumentou a demanda por bons serviços. Alguns poderão dizer que tivemos sorte ou que a crise nos beneficiou.

Posso até concordar parcialmente. Porém, seguem algumas ações que fizemos antes do momento adverso e que continuamos a fazer:

  1. Busca constante por qualificação (leitura, treinamentos e certificações);
  2. Foco nas necessidades dos clientes, isso permite fidelização e indicações;
  3. Estar alerta de novos produtos, fornecedores, parceiros, tendências e oportunidades;
  4. Busca por melhoria constante de processos;
  5. Trabalhar, trabalhar e trabalhar. Raramente o escritório fica vazio antes das 19h30 horas.

Será que teríamos crescimento na adversidade se não tivéssemos tratado as dicas “milagrosas” acima como regras diárias? Querer se mexer somente quando a situação está caótica mitiga as chances de superação de obstáculos.

Se ainda acredita em “sorte”, outro exemplo: dois de nossos clientes são empresários do ramo de software e soluções sistema de informações. Muitos desse setor reclamam da diminuição de clientes e demais dificuldades. A dupla de empresários optou por trabalhar muito e buscar clientes em qualquer região do país. Tiveram de sair da zona de conforto e “abriram” uma filial virtual pelos aeroportos do país. Onde houvesse clientes potenciais lá estavam eles tentando fechar negócio e mostrando seus serviços.

Não importa se você é empresário, profissional liberal, autônomo, funcionário público, estudante ou qualquer outra atividade. Saiba que momentos adversos sempre ocorreram e ocorrerão. Estar sempre preparado e focar em soluções e nas variáveis que dependem de nós é o que podemos fazer de melhor. Outra alternativa é se juntar aos que só conseguem choramingar e reclamar.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Em tempos de crise, previdência privada complementa aposentadoria

As previdências privadas podem surgir como alternativa para quem pretende complementar a renda da previdência social. Segundo o assessor de investimentos Luiz Augusto Alves Corrêa, da Ouro Investimentos, os planos...

http://www.rdnews.com.br/economia-e-agronegocio/em-tempos-de-crise-previdencia-privada-complementa-aposentadoria/80910