quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Foi apenas um sonho de uma noite de verão?

Fui uma das várias pessoas que assinaram a petição para a criação do Partido Novo, ainda em 2013. Com o passar do tempo, conforme a legenda crescia, ela começou a incomodar as demais siglas políticas. Tanto a pseudo-direita quanto os partidos de esquerda começaram a bradar que “o Novo já nasceu velho”. Uma baita frase de efeito, mas sem fundamento algum.

Qual outro partido político não utilizava dinheiro público (seja do Fundo Eleitoral ou do Fundo Partidário)? Qual partido fazia sabatinas e exigia um processo de seleção rigoroso para os pré-candidatos? Qual sigla exigia que os eleitos economizassem nas verbas de gabinete, e que seus assessores comprovassem conhecimento técnico aprovado pelo partido? Qual agremiação tinha regras claras que, em caso de desvio de conduta, resultavam em sanções rigorosas (o que inclusive levou à desfiliação de um dos seus principais fundadores)? Qual entidade política impedia coligações fisiológicas apenas para aumentar as chances de eleição? Qual partido proibia a reeleição perpétua em cargos legislativos?

Tudo isso era realmente novo, ético e decente. Dizer que o Novo nasceu velho é uma grande bobagem. Recordo-me de um dos mantras da sigla: fazer o que é ético e correto, sem atalhos, independentemente de ser mais difícil ou demorado. E assim o partido seguiu, crescendo de forma orgânica. Naturalmente, ao longo do caminho, houve discordâncias, debates internos e algumas expulsões.

Mas agora chego ao motivo que me fez dedicar tempo para escrever este texto: na minha opinião, recentemente o partido tem falhado e, de fato, está envelhecendo.

Vamos aos fatos. O Novo flexibilizou a regra sobre o uso de dinheiro público. Também começou a aceitar a filiação de mandatários eleitos por outras legendas. No entanto, o motivo principal do meu desabafo é que grandes expoentes do partido simplesmente ignoraram a candidatura ao cargo mais importante da nação. Foi decepcionante ver políticos filiados apoiando abertamente a candidatura da legenda de um ex-presidente. Para piorar, esse candidato não possui um passado íntegro e ilibado que justifique aplausos.

Não sei o que se passa nos bastidores. Se houver algo obscuro, deve vir à tona. Os filiados e os cidadãos merecem a verdade total da sigla que prometeu nunca pegar atalhos. Se alguns integrantes se sentem mais confortáveis alinhados ao partido de um ex-detento mensaleiro, deveriam ter a hombridade de pedir desfiliação. O Novo não pode se tornar apenas um sonho de uma noite de verão.


domingo, 25 de dezembro de 2022

Pensamentos de final de ano. 

    No leito de morte uma pessoa se questiona: a vida é somente isso.

Minha resposta é “sim”, realmente é só isso. Nascemos como se fosse uma tela em branco, e no decorrer da vida vamos preenchendo e pintando esse quadro. Algumas pessoas usam tintas bem coloridas, outras pessoas se fixam no cinza e tons escuros e soturnos.

Viver é uma arte que nem todos conseguirão efetuar com maestria. Valorizar o próprio tempo, as pessoas, a amizade, belos lugares… Tentar ser o piloto de nosso próprio destino na maioria das vezes… afinal nunca conseguiremos controlar 100% do que nos ocorre. Felizmente ou infelizmente na vida sempre há incertezas, que por vezes nos entristece e em outras nos causam felicidade.

Conforme o velho clichê: a vida é um pequeno espaço de tempo entre o nascimento e a morte. Então vamos saborear e tentar rechear com inteligência e planejamento os momentos que passaremos até o nosso final. E que façamos valer a pena.

Voltando ao questionamento inicial, sim… a vida é só isso. Trabalho, prosperidade, respeito, diversão, alegria, companheirismo, amor… e por vezes alguns tristes momentos. Então vamos aproveitar.

Um Feliz Natal e um 2023 com muita prosperidade e alegria.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Indignação com a política atual. Temos saída?

A política como é conduzida no Brasil é absurdamente danosa. A comercialização descarada de apoio à base do governo chega a níveis para lá de eticamente aceitáveis. Temer deve ser o recordista em denunciados ocupando cargos de ministros. O descabimento mais recente é a indicação política da filha do ex-detento Roberto Jefferson.




Uma luz no fim do túnel é o partido #Novo. Que realmente é novo e difere do que existe na política brasileira. Recomendo que conheça: www.novo.org.br


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Previdência Privada

Muito se tem comentado sobre a previdência privada. Afinal, como funciona? É uma boa alternativa? O que observar para contratar um plano?


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Tiririca não é herói

Sr. Tiririca entrou na política convidado por um partido cheio de histórico de corrupções, para supostamente “puxar” votos de outros candidatos da legenda. O parlamentar não teve propositura de nada e pouco fez durante o mandato.


A decisão tomada de sair da política por achar suja e não querer se envolver, não faz o ex-palhaço nenhum herói. Apenas um indivíduo inconformado e que não quis fazer parte das obscuridades. Porém não teve o heroísmo de denunciar e fazer jus ao cargo ocupado.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Sete motivos para acreditar em melhores políticos

Por vezes é difícil acreditar num país melhor e mais justo. Estamos tão anestesiados com atitudes absurdas de políticos, que poucos conseguem enxergar uma luz no fim do túnel. Mas será que devemos creditar aos governantes e políticos todos os problemas e injustiças com as quais convivemos cotidianamente?

Minha resposta pessoal é: “não” e, também, “sim”. Os políticos e governantes são eleitos por nós, cidadãos. Então, somos responsáveis pela qualidade dos gestores que escolhemos. Aí cabe uma ressalva: nem todos eleitores possuem a mesma conscientização, cidadania ou mesmo acompanham o noticiário político. Outra ressalva se refere a maquiagem das campanhas eleitorais que, infelizmente, com muito dinheiro, bons marketeiros criam promessas milagrosas e conseguem iludir muitos eleitores.

Interessante refletir sobre o tamanho e abrangência do Estado em nossas vidas. Você acredita que o Estado propicia bons serviços? Temos segurança, saúde e educação de qualidade? A solução apresentada pela maioria dos políticos é aumentar ainda mais o Estado, arrecadar mais e ampliar a máquina administrativa. Mas será que esse não é o caminho para ampliar ainda mais a ineficiência pública?

Com tudo o que foi escrito até agora, fica difícil acreditar num Brasil melhor. Podemos esperar que bons políticos “brotem” do nada? Sim, exatamente essa é a luz no final do túnel.

Aos que continuarem a leitura, digo que não é ingenuidade a minha. Em 2015 foi criado o NOVO. A reação da maioria foi ou está sendo: para que mais um partido político? Minha resposta é: o NOVO não é mais um, e sim o que todos partidos políticos deveriam ser. Veja os motivos que considero de suma importância para caracterizar o compromisso com a mudança.

Para fazer jus ao título do texto, seguem os sete motivos que levam a ter esperanças de ver a atuação de bons políticos. Veja os diferenciais do NOVO:
-Os candidatos passam por rigoroso processo seletivo do partido. Para ser candidato é preciso ter bom histórico profissional, propostas consistentes e apresentar meios de executá-las. Personalidades populistas puxadores de votos não têm chance, já pessoas comprometidas e competentes serão bem vindas;
-Os Candidatos firmam compromissos (executar as propostas e redução de gastos) e serão cobrados pelo próprio partido;
-Se eleito, o político do NOVO terá que submeter sua equipe de assessores para aprovação do partido. Só farão parte da equipe pessoas competentes e experientes. Há obrigação de redução de gastos no gabinete;
-O estatuto do NOVO proíbe político de carreira. Somente uma reeleição para os cargos legislativos será permitido. Isso propicia a alternância de poder e impede o surgimento de caciques eternos da política;
-É o único partido contra o fundo partidário. Qual a lógica de destinar dinheiro dos cidadãos para políticos ficarem passeando de jatinhos ao invés de utilizá-lo em saúde ou segurança? Se o partido político não tiver representação que o sustente financeiramente, nem deveria existir;
-Proposta de reduzir o gigantismo do Estado e focar somente nas funções essenciais do setor público. Qual a lógica do Estado ser dono de empresas ou estádios que geram prejuízos, se não consegue propiciar saúde, segurança e educação de qualidade?

-Estímulo ao empreendedorismo e livre concorrência. Liberdade para empreender, produzir e criar riqueza. Como reflexo, haverá o aumento da produtividade e, consequentemente, a oferta de produtos/serviços melhores e mais baratos.

Enquanto os pilares corretos do NOVO forem mantidos, poderemos voltar a sonhar e, também, realizar o desejo de votar em pessoas decentes, qualificadas e comprometidas. Quer também fazer parte desse sonho que está se transformando em realidade? Conheça mais pelo site: https://novo.org.br


Orçamento Pessoal - Como começar?

Recentemente fui convidado para, mais uma vez, falar sobre assuntos que adoro: felicidade, tranquilidade e dinheiro.


Fui entrevistado para dar dicas de como fazer um orçamento pessoal saudável. É o que pretendo abordar neste texto. Porém, antes de passar alguns conselhos, seguem ponderações necessárias ao tema.


Fazer orçamento é lidar com escolhas e, portanto, elencar prioridades. O que realmente é importante para você? O que lhe propicia crescimento e satisfação? Afinal, nossa renda é finita, já os desejos de compras… normalmente são sempre crescentes e muito acima de nossa capacidade financeira.


Pessoas em situações financeiras difíceis, normalmente creditam essas dificuldades ao fato de ganhar pouco ou, então, a situações não previstas, tais como: desemprego, problemas de saúde, geladeira que estragou, etc. Porém, a realidade é que as situações adversas são causadas por escolhas passadas erradas, pois a vida laboral de uma pessoa é em torno de 35 anos e durante todo esse período será muito pouco provável que nesses 12.780 dias não ocorra nenhuma desses ou outros eventos adversos não previstos. Estar preparado e antever essas possibilidades depende de um bom planejamento, que preveja a manutenção de reserva financeira para essas emergências.


Outra observação se refere às famílias que não têm folga no orçamento e, em decorrência desse fato, qualquer aumento de preço de energia (ou qualquer outro gasto adicional) já complicará o fechamento das contas no 0X0.


Em conversas, observo que algumas pessoas têm uma “programação mental” que as leva a sentir a necessidade de gastar toda a renda, e consideram que dinheiro poupado e investido seria algo jogado fora e não traria prazer imediato. Quando poupamos e investimos, deixamos de consumir no presente para poder consumir mais no futuro, tendo os juros como nossos aliados para multiplicar o suor de nossos esforços, aumentando o poder de consumo.


Feita as observações, agora sim: dicas para iniciar um planejamento e ajustes no orçamento:
-Anotar todos os gastos. Esse é o ponto de partida, sem isso não será possível identificar a real situação e nem onde poderão ocorrer ajustes;
-Agora é execução: ver onde estão indo os maiores gastos e, também, onde podem ser cortados, sem que prejudique sua qualidade de vida (fazer escolhas, lembrando que a renda é finita);
-Se possível faça essa tarefa com todos os familiares, dessa forma será mais eficaz e evitará “cabos de guerra”. Estabeleça as prioridades em consenso, bem como onde poderá haver cortes. Fazendo dessa forma, será uma excelente oportunidade para que os filhos comecem a entender a importância de gerenciar o orçamento familiar.

Imagino que alguns tenham achado fáceis e óbvias as dicas. Só tenho a concordar e recomendar o início de uma vida financeira mais tranquila e prazerosa.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Tudo sobre CDB

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um tipo de investimento seguro e muito popular. Mas, muitas pessoas ainda não sabem do que se trata e acabam investindo em outras plataformas com a mesma segurança e de menor rentabilidade. Luiz e Vinícius batem um papo explicando tudo sobre o CDB para você não ter mais dúvidas na hora de investir.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Dois vilões que prejudicam seu orçamento

Ao pensarmos na prática do planejamento financeiro, percebemos que ainda são poucos os que o fazem. Devido a isso, é comum endividamento descontrolado e o sentimento de que “o salário não dá”, “não sei para onde foi o dinheiro” ou “ganha pouco”.


Existem dois grandes vilões para o seu bolso. Eles têm o cuidado de serem invisíveis, imperceptíveis e lentos em sua atuação. São eles os pequenos gastos diários desnecessários e a compra de bens que carregam passivos.


Os pequenos gastos diários desnecessários são aqueles que você acredita não haver problema, por terem baixo valor. Seja um lanche na padaria próxima da empresa, chopinho nos finais de tarde, café no meio da tarde, etc. Esse vilão tem impacto maior principalmente em faixas de rendas menores.


Exemplo: Fazer um lanche rápido na parte da manhã e outro à tarde custará em torno de 20 reais numa lanchonete. Se você substituir essa prática por comprar no supermercado algo semelhante, o gasto diário será próximo de 10 reais por dia. Somando 24 dias úteis, será onerado no orçamento mensal 240 reais para fazer o lanche “fora”. Esse maior gasto ocorrerá de maneira sorrateira e imperceptível. Para quem possui uma renda maior, esse valor não terá grande impacto no orçamento, mas imagine um casal que não tenha uma renda alta: serão 480 reais mensais de gastos que poderiam estar sendo destinados para uma reserva financeira ou qualquer outra prioridade.


Bens que necessitarão de gastos regulares adicionais são chamados bens que carregam passivo. Também há forte impacto no orçamento, pois normalmente só é calculado o valor do bem, esquecendo dos gastos futuros. Por exemplo, casa de veraneio, lancha e veículos. Em relação aos veículos, na maioria das cidades brasileiras o transporte coletivo é sofrível, então é compreensível o desejo da maioria pelo transporte individual (carro/moto). Porém, antes de efetuar uma compra, será que o veículo desejado caberá no orçamento? Será que um veículo de menor valor não seria mais compatível com sua renda?


Custo de se manter um veículo de 50 mil reais:
Depreciação (aproximadamente 10% ao ano)
R$ 5.000,00
IPVA(3%)/Licenciamento
R$ 1.715,00
Seguro (varia de acordo com perfil e veículo)
R$ 1.810,00
Custo de oportunidade (5% ao ano). Dinheiro poderia estar rendendo
R$ 2.500,00
Revisão (anual ou normalmente de 10 em 10 mil km)
R$ 375,00
TOTAL (custo fixo)
R$ 11.400,00


Serão 950 reais por mês (custo fixo) para manter um veículo de 50 mil reais. Isso sem mencionar se o veículo for financiado, pois nesse caso haverá o custo dos juros. Esse cálculo é somente para manter o veículo parado, pois se decidir rodar haverão gastos com combustível, estacionamento, pneus etc. Para quem necessita do veículo com pouca frequência, vale a pena analisar se não seria mais vantajoso optar por utilizar táxi ou aplicativos de transporte.

Será que esses vilões estão atrapalhando sua vida financeira? Será que não existem outros vilões imperceptíveis? Uma excelente ferramenta que poderá te proteger são os aplicativos para controle de gastos (controle financeiro). Além de te auxiliar em estabelecer/priorizar objetivos, ajudam em também alcançar uma vida financeira mais tranquila.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

9 vantagens de Investir em Fundo Imobiliário


Algumas pessoas investem em imóveis pensando na segurança e no lucro que um aluguel ou venda pode trazer. Mas sabia que existe o Fundo Imobiliário que pode ser mais vantajoso? Confira!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Eu me apaixonei aos 48 anos

Sou graduado em Administração tendo concluído o bacharelado no distante ano 1994. Na grade do curso haviam 4 ou 5 matérias correlatas com Ciências Econômicas. Então fui “apresentado” ao fascinante mundo da ciência que busca estudar, compreender e melhorar a “casa”. Num conceito mais solto e com pitada de devaneio: é a ciência que busca um mundo melhor para as pessoas.


Pude conhecer alguns conceitos fundamentais, tais como a “mão invisível” de Adam Smith, escassez, relação oferta x demanda, importância da melhoria da produtividade, impostos, moedas e outros. Também aprendi a teoria e os reflexos do monopólio, concorrência oligopolista, cartel e a chamada concorrência perfeita.


Após a descoberta “econômica” passei um longo período devorando livros e textos sobre economia. Mas não literaturas técnicas e cheias de cálculos, e sim obras de fácil entendimento e que mostram o enorme impacto dessa ciência na vida dos indivíduos. A cada nova leitura fui compreendendo e sendo seduzido pelos conceitos da liberdade individual, efeito nefasto das interferências governamentais e eficiência do setor privado x público. Calma, a paixão ainda não chegou!


Quem conhece economia não tem como deixar de acompanhar, criticar e entender que atos governamentais (leia-se ações de políticos) trazem forte reflexo na vida dos cidadãos. Daí numa análise da situação do Brasil, nota-se que o Estado não dá conta de prover o básico (saúde, educação e segurança) e se mete a ter empresas, estádios de futebol, imóveis, etc. Nota-se, também, que a abrangência dos políticos é enorme e que os atos que derivam de suas ações parlamentares visam quase que exclusivamente ao benefício próprio à perpetuação dessa classe no poder, “esfolando” os cidadãos em impostos e oferecendo, em troca, péssimos serviços.


A cada leitura de notícia, nota-se que o Brasil continua indo na direção errada. Pior ainda é não conseguir enxergar uma ínfima luz no fim do túnel. Em 2012 comecei a acompanhar um movimento para criação do NOVO. Alguns pensarão: criar mais um partido, que absurdo! Pois é, saiba que no primeiro momento a maioria tem essa mesma reação. Então, quando conhecem alguns pilares e fundamentos descobrem que não é “mais um”, e sim algo realmente diferente e NOVO.


A minha paixão não aconteceu logo de início. Confesso que no princípio houve um grande flerte, porém a PAIXÃO só aconteceu e está acontecendo ao conhecer mais sobre o Novo30. Ler o estatuto, conhecer as pessoas e, principalmente, os pilares inegociáveis de não permitir encurtar um caminho fazendo o que não é 100% correto.

Aos que não gostam de política/economia, compreendo essa ojeriza, tendo em vista a descrença e nojo que os diversos fatos corriqueiros provocam. Porém, recomendo com ênfase: conheça o Novo (https://novo.org.br/) e não acredite somente nos relatos de um ser apaixonado. Busque informações e analise se realmente não vale a pena flertar e apaixonar por algo realmente diferente, simples, correto e que poderá transformar o Brasil num país justo e próspero tão desejado por todos.




quinta-feira, 16 de março de 2017

FGTS: O que fazer?

Recentemente, iniciou a liberação das contas FGTS inativas de antes de 2016. O cronograma para saques é pela data de nascimento do trabalhador. A primeira retirada acontecerá em março para os aniversariantes de janeiro e fevereiro. Daí em diante, seguirá o cronograma.


Diversas reportagens e comentários sobre o que fazer com o montante têm sido publicados. Antes de passar mais uma recomendação, é primordial que o trabalhador saiba mais sobre o Fundo Garantidor por Tempo de Serviço. Essa poupança obrigatória foi criada em 1966 para dar um amparo financeiro ao trabalhador que for demitido sem justa causa. O montante é para ser utilizado como reserva em caso demissão (ou em algumas outras situações também previstas).


Me dá calafrios quando ouço pessoas empregadas que irão utilizar o montante para quitar dívidas. Sim, a recomendação é essa mesmo. Porém, se não houver mudança na maneira de gerir o próprio orçamento, haverá enorme possibilidade desse trabalhador voltar à situação de endividamento futuro. Se não mudar a mentalidade em relação ao próprio rendimento, chegará na fase da aposentadoria sem patrimônio algum. Daí estará fadado a passar a “melhor idade” sobrevivendo e sempre esperando por ajudas financeiras “inesperadas”.


Outra situação que me dá arrepios é o trabalhador que não possui reservas de emergência e que irá utilizar o montante oriundo do suor do trabalha para gastos por vezes desnecessários. Lembre-se da função do “G” do FGTS (Garantia). Lembre-se também de que imprevistos futuros podem acontecer e uma reserva financeira será muito bem vinda.


Sei que alguns já desistiram de ler e outros devem estar com o pensamento: poupar para quê? Afinal, o bom é consumir! Daí sou obrigado a concordar imensamente. Porém, o dinheiro poupado serve justamente para isso: para consumir. Seja para utilizar em alguma emergência, investir em estudo, lazer ou ainda em produtos supérfluos. Mas ao postergar o consumo, haverá a força do juros dos investimentos. Por isso, no futuro poderá gastar mais (quanto mais tempo, maior a força dos juros no crescimento do dinheiro) e ainda estará mais amparado numa possível adversidade.


Infelizmente os brasileiros não têm o bom hábito de planejar, fazer orçamentos, elencar prioridades e pensar no longo prazo (desculpem a generalização). O resultado é o sentimento de que os esforços laborais não são válidos ou que ganha-se pouco (que por vezes até é verdadeiro). As consequências vão desde um padrão de gastos inferiores ao salário (juros pagos no crédito), endividamento descontrolado ou então aposentadoria prejudicada.


Agora sim, aos que leram até aqui… seguem minhas já óbvias recomendações para o FGTS:


-Quem está endividado: Utilize todo o montante para quitar suas dívidas. Caso sobre, faça reserva para possíveis emergências. Daí releia com muita atenção o terceiro parágrafo quantas vezes forem necessárias;
-Quem não tem dívidas porém não tem reserva financeira: Utilize para fazer uma boa aplicação financeira. Conheça os benefícios e tranquilidade que bons investimentos propiciam;
-Quem já possui reserva financeira: Parabéns você faz parte de uma minoria, porém aproveite para se aprofundar em investimentos e também planejamento. Analise seus objetivos e também sobre reserva para complemento da aposentadoria;

-Quem possui reserva financeira e já tem tudo planejado: Parabéns, você é a exceção das exceções. Nessa situação, o trabalhador saberá exatamente o que deve fazer com esse montante, e só lamento pelo tempo dispendido em ler mais uma recomendação.

Artigo publicado:
-Diário de Cuiabá de 17/03/2017 - http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=501623 -A Gazeta de 19/03/2017 - http://m.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/60/og/1/materia/505299/t/fgts-o-que-fazer-r

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Crise: 5 ações para ficar de fora

Momentos adversos são inerentes à vida; seja problema de saúde, familiar, de relacionamento ou da atividade laboral.

Na economia, os momentos adversos são muito conhecidos como “crise”. Essa palavra costuma multiplicar absurdamente pelas mídias e por muitos que parecem só conseguir ver ruína e devastação. Na vida profissional não é somente crises econômicas as causadoras de turbulências. Há também aumento de concorrência, mudanças tecnológicas, mudança de perfil dos consumidores etc.

Diante do “indesejável”, basicamente há as seguintes alternativas:
  • Ficar choramingando (beneficiando os vendedores de lenços);
  • Reclamar e esperar o pior passar (quase nunca irá funcionar);
  • Trabalhar e estudar mais e melhor.

Atuo profissionalmente com finanças pessoais e investimentos, e mesmo acompanhando e sabendo de dados negativos da economia, a empresa que atuo está saindo ilesa do momento econômico adverso, ou melhor, a empresa tem crescido. Cidadãos que não costumavam se preocupar em planejar o orçamento familiar e em adquirir bons e adequados investimentos começaram a buscar informações e com isso, aumentou a demanda por bons serviços. Alguns poderão dizer que tivemos sorte ou que a crise nos beneficiou.

Posso até concordar parcialmente. Porém, seguem algumas ações que fizemos antes do momento adverso e que continuamos a fazer:

  1. Busca constante por qualificação (leitura, treinamentos e certificações);
  2. Foco nas necessidades dos clientes, isso permite fidelização e indicações;
  3. Estar alerta de novos produtos, fornecedores, parceiros, tendências e oportunidades;
  4. Busca por melhoria constante de processos;
  5. Trabalhar, trabalhar e trabalhar. Raramente o escritório fica vazio antes das 19h30 horas.

Será que teríamos crescimento na adversidade se não tivéssemos tratado as dicas “milagrosas” acima como regras diárias? Querer se mexer somente quando a situação está caótica mitiga as chances de superação de obstáculos.

Se ainda acredita em “sorte”, outro exemplo: dois de nossos clientes são empresários do ramo de software e soluções sistema de informações. Muitos desse setor reclamam da diminuição de clientes e demais dificuldades. A dupla de empresários optou por trabalhar muito e buscar clientes em qualquer região do país. Tiveram de sair da zona de conforto e “abriram” uma filial virtual pelos aeroportos do país. Onde houvesse clientes potenciais lá estavam eles tentando fechar negócio e mostrando seus serviços.

Não importa se você é empresário, profissional liberal, autônomo, funcionário público, estudante ou qualquer outra atividade. Saiba que momentos adversos sempre ocorreram e ocorrerão. Estar sempre preparado e focar em soluções e nas variáveis que dependem de nós é o que podemos fazer de melhor. Outra alternativa é se juntar aos que só conseguem choramingar e reclamar.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Fundo de investimentos Azul Quantitativo

Comentários sobre o fundo de investimentos Azul Quantitativo. O vídeo não é uma recomendação de investimento. Histórico de rentabilidade não é garantia de retornos futuros.

O Fundo Azul Quantitativo FIM tem como objetivo uma rentabilidade superior à variação do CDI em horizontes de investimento de médio e longo prazo, obtida através de operações nos mercados futuros e selecionada por critérios matemáticos-estatísticos.

Informações adicionais do fundo:
https://www.xpi.com.br/investimentos/...
http://www.rmwinvest.com.br/

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Bandeira Amarela nas contas de energia: Saiba como não perder dinheiro

Devido aos reservatórios das hidrelétricas estarem baixos, a ANEEL implantou a bandeira amarela a partir de novembro. Isso acarreta elevação de R$ 1,50 para cada 100kWh consumidos. A média de consumo de energia das residências brasileiras é de 160kWh/mês o que nos leva a pensar que o peso dessa taxa extra terá pouco impacto nas contas das famílias.

Mas qual o motivo para tanta preocupação? Ocorre que muitas famílias já estão com orçamentos estrangulados, aí acende o sinal amarelo para desajuste e possível início de endividamento. Outro agravante para algumas famílias é a situação de desemprego ou dívidas altas já adquiridas. Daí esse aumento, mesmo que pequeno, terá forte impacto negativo nas contas.

Essa taxa extra vem em um momento que normalmente o consumo de energia das residências aumenta, decorrente do uso mais intenso de aparelhos de ar condicionado, que dependendo do calor, nós de Mato Grosso podemos classificar como equipamento de primeira necessidade.

Como não sabemos até quando a bandeira amarela irá durar ou se virá a bandeira vermelha, o ideal é ter um orçamento familiar saudável e planejado. Poucos têm o costume de planejar a vida financeira, e alguns acham isso chato ou desnecessário. Costumo dizer que chato mesmo é ficar passando apertos e chegar no final do mês devendo. Um bom planejamento financeiro permite o oposto do que a maioria imagina: gastar e viver bem. Pior que chegar ao final do mês sem dinheiro é chegar na fase de aposentadoria e descobrir que não construiu um patrimônio que permita uma vida digna: ter trabalhado a vida toda e não poder ter tranquilidade e conforto na melhor idade.

Como fazer:

-O 1º passo é conhecer e listar a renda e os gastos. Parece óbvio, mas algumas famílias não sabem nem quanto entra de dinheiro, muito menos o que sai e qual o destino. Anotar também as dívidas e prestações;

-Sabendo a situação atual, aí vem a parte de planejar. Elencar prioridades e fazer ajustes. Recomenda-se uma folga e aproveitar para aplicar o dinheiro. Lazer é importante e deve ser mantido, porém, ajustado de acordo com a situação e necessidade de cada um;

-Continuar o controle dos gastos e ajustes, para isso há ótimos aplicativos que facilitarão bastante. Evite compras por impulso ou que tenha dúvida da necessidade;

-Agora a melhor etapa: fazer projetos de vida de curto, médio e longo prazo. Com orçamento planejado, pode-se transformar sonhos em realizações. Fazer faculdade ou pós-graduação, viagens, compra/troca de apartamento, aposentadoria tranquila são o sonho da maioria, entretanto, a chance de realização será muito maior se houver organização e planejamento.

Quanto ao aumento do consumo e da tarifa extra de energia elétrica, há diversas, conhecidas e úteis dicas para economia de energia. Porém em níveis de importância, buscar informações e iniciar um planejamento do orçamento familiar é o que trará maiores benefícios.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

A PEC 241 é o início de uma esperança

A PEC 241 (Proposta de Emenda Constitucional) aprovada em 10/10/2016 limita o crescimento do endividamento do país.


Para entender, imagine uma família endividada que quer aumentar ainda mais o nível das dívidas. Fazendo isso de forma crescente, as instituições bancárias identificarão um aumento de risco, e, portanto irão aumentar as taxas de juros até chegar a um ponto que nem irão mais querer ceder crédito. Dessa forma a família entrará numa bola de neve e terá muita dificuldade de voltar a ter uma situação financeira razoável.


Ainda na analogia com a família, ao entrar dinheiro novo do empréstimo, haverá uma falsa sensação de conforto financeiro, que por vezes permitiria trocar o automóvel, expandir a casa, etc. Parece bom, e realmente é se não fosse o “pequeno” detalhe que tudo isso deverá ser pago no futuro. Em situações extremas de endividamentos, irá sobrecarregar o orçamento familiar por décadas. O conforto de hoje será a penúria de vários anos futuros.


Essa irresponsabilidade fiscal o Brasil viveu por muito tempo num passado recente. Porém alguns deputados e partidos políticos ainda parecem acreditar em Papai Noel ou árvore de dinheiro. Minha opinião é que para ser contra a PEC 241 precisa de muita ignorância e falta de conhecimento, ou então má fé e populismo.


O PT, REDE, PSOL e PCdoB votaram contra a lógica e bom senso. São os chamados partidos de esquerda, que primam pelo populismo e não conseguem enxergar fatos históricos. Bradam contra capitalismo, empreendedorismo e amam o Estado enorme e a ineficiência.


Esses partidos utilizam o populismo e a balela da igualdade, porém ninguém em sã consciência iria preferir ser classe média em Cuba, Coréia do Norte ou Venezuela, do que classe baixa em países com liberdade econômica, tais como Nova Zelândia, Austrália, Suíça e Canadá.


Só há uma explicação para um partido político trabalhar contra o país: a miséria e ignorância é um prato cheio para a disseminação do populismo e falsa necessidade de que somos totalmente dependentes do Estado.

Sonho com o dia que ideias marxistas fiquem apenas em livros empoeirados, e no dia que isso ocorrer, o país será muito mais próspero e justo. Esse meu ideal se baseia em fatos econômicos mundiais e não em devaneios mentecaptos manchados de vermelho.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Ataque covarde!

Cenas fortes de ataque covarde aos admiradores da esquerda.

Nunca vi tanta barbárie... foi utilizado armas desproporcionais contra os militantes: diálogo, questionamento, reflexão, verdade, conhecimento e liberdade de expressão. Todas armas de grosso calibre para quem só está acostumado a ler e repetir baboseiras acéfalas.

Um massacre sem dó!!!