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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Previdência Privada

Muito se tem comentado sobre a previdência privada. Afinal, como funciona? É uma boa alternativa? O que observar para contratar um plano?


terça-feira, 23 de maio de 2017

Tudo sobre CDB

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um tipo de investimento seguro e muito popular. Mas, muitas pessoas ainda não sabem do que se trata e acabam investindo em outras plataformas com a mesma segurança e de menor rentabilidade. Luiz e Vinícius batem um papo explicando tudo sobre o CDB para você não ter mais dúvidas na hora de investir.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

9 vantagens de Investir em Fundo Imobiliário


Algumas pessoas investem em imóveis pensando na segurança e no lucro que um aluguel ou venda pode trazer. Mas sabia que existe o Fundo Imobiliário que pode ser mais vantajoso? Confira!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Previdência social e Papai Noel

Quando éramos criança, tínhamos certeza de que uma vez por ano um bom velhinho nos encheriam de presentes. O tempo passou, crescemos e após décadas de trabalho muitos têm a crença que ao aposentar terão tranquilidade financeira na fase da melhor idade.


No Brasil, e em muitos outros países, o sistema previdenciário é regido pelo modelo de repartição simples (também conhecido como contributivo ou solidário), que em português claro significa que as aposentadorias de hoje são pagas com as contribuições dos trabalhadores da ativa.


Não sou o primeiro a alertar para o fato de o nosso sistema estar fadado a entrar em colapso. Alias, são os números que corroboram essa sentença. Nosso sistema foi saudável no período em que a expectativa de vida dos brasileiros era baixa e havia grande crescimento populacional. Dessa forma haviam muitos futuros novos trabalhadores para arcar com o pequeno tempo de recebimento dos beneficiários.


Diante desse cenário favorável do passado, foram criados algumas situações difíceis de encontrar em outros países, como, por exemplo, o fato de o aposentado receber o mesmo valor dos trabalhadores da ativa (não mais vigente). Do ponto de vista individual isso é ótimo, porém insustentável e oneroso para futuros trabalhadores. Outras brasilidades são aposentadorias precoces e alguns privilégios que normalmente são denominados como “direitos adquiridos”.


Não se trata de ser malvado ou perseguir os idosos, mas fazer contas e equalizar o sistema previdenciário é respeitar gerações futuras e viabilizar o país, pois a realidade demográfica atual é diferente, vivemos um aumento da expectativa de vida e menor taxa de natalidade.


Esses números são conhecidos, não seria plausível esperar medidas corretas dos políticos burocratas para sanar os problemas do sistema previdenciário? Particularmente, acredito que medidas necessárias e impopulares não serão tomadas e a conta será paga pelo governo, ou seja, com o dinheiro dos cidadãos, seja via impostos, contribuições ou inflação. Há diversas “soluções” políticas para disfarçar e evitar que a dor da verdade seja sentida. Afinal, esperar medidas impopulares e sensatas de políticos não é algo em que se possa acreditar.


A grande maioria dos países também passaram e estão passando por mudanças demográficas desfavoráveis para o sistema previdenciário (aumento da expectativa de vida e menor crescimento populacional). A diferença é que os ajustes estão sendo feitos, de maneira gradativa. O debate e as contas são apresentadas e a maioria da população entende que soluções mágicas não existem e que a solução menos traumática é aumentar a idade mínima para aposentadoria.


Aqui vai uma recomendação/alerta, principalmente para os mais jovens: se hoje os números hoje são desfavoráveis, no futuro tenderão a piorar. Então uma solução é não depender exclusivamente de um sistema fadado a ter complicações, portanto vale a pena buscar informações e iniciar o quanto antes uma boa previdência privada.

Se ainda não fui convincente e para os que ainda acreditam em Papai Noel, saibam que ele me confidenciou que ainda trabalha porque não consegue se manter com a aposentadoria, e que lamenta profundamente não ter ouvido falar de previdência privada quando era jovem.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

O que fazer na economia atual?

Quem acompanha os noticiários econômicos não deve estar mais aguentando saber de inflação alta, crescimento negativo, desemprego crescente, alta taxa de juros, dólar em alta e outras notícias nada positivas.
Quem vive a crise atual ou quem a analisa do exterior, pode achar que o país está ruindo e que o fim deve estar próximo. A boa notícia é que não é só o Brasil que passa ou já passou por outros momentos econômicos ruins. Desde o início da revolução industrial, as economias dos países são alternadas entre períodos de forte crescimento e períodos de recessão. Economistas sempre buscam ferramentas para atenuar essas oscilações, mas até hoje não foi descoberta a fórmula mágica para evitar esses movimentos.
Sem entrar no mérito de como a crise brasileira foi formada e nem se há responsáveis, o ideal é entender os movimentos e buscar alternativas para se proteger ou mesmo obter benefícios nesses tempos difíceis.
O momento está complicado para a maioria dos setores empresariais. Então, os detentores de funções que recebem comissões devem se preparar para possíveis reduções. Também o momento não é favorável para buscar oportunidades de emprego. Então, há necessidade de valorizar o emprego atual e fazer de tudo para mantê-lo.
Alguém pode estar questionando se há algo positivo nesse atual período conturbado. A resposta é “SIM”. Além dos vendedores de lenços para os muitos que ficam choramingando, as empresas que exportam estão felizes da vida com o dólar em torno de 4 reais. Agora recebem muito mais reais pelo mesmo produto exportado. Porém, há necessidade de aproveitar o momento e buscar novos compradores e, também, de vencer a burocracia do comércio exterior.
Outra grande oportunidade é para quem não tem dívidas e possui investimentos. Contrair dívidas com juros nas alturas nem pensar, mas optar por investimentos com boas taxas de retorno é o sonho de muitos. Porém, para obter essa vantagem não basta correr até a agência bancária e pedir o “melhor investimento”, pois provavelmente será recomendado o melhor investimento… mas para o banco.
Buscar informações, pesquisar, fazer comparações, conhecer seu perfil de investidor e seus objetivos é essencial para investir adequadamente e poder obter vantagem da economia convalescente. Não se mexer é deixar esta ótima oportunidade passar e, provavelmente, fazer parte do time dos que necessitarão adquirir muitas caixas de lenços.

Ninguém deseja que a crise se perpetue e traga consequências desastrosas para o país, mas enquanto ela fizer parte do movimento descendente da economia é recomendável usar mecanismos que compensem a iminente perda do valor de seus recursos financeiros.